quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

"Euforia incontida"

...vc deve ler isso denovo, em outro lugar...

Não sei se palavras bastam...
...sinto me vivo, intensamente! Inexplicavelmente!
Incontrolavel desejo de melhorar de todos os meus problemas, de mudar o mundo, de fazer pessoas felizes!
"Enquanto houver você do outro lado, eu consigo me orientar"
De relembrar tudo q passei nesses ultimos dias ,de reviver momentos, tão caros pra mim!
Recontar os momentos, de reve-los, conversar, de ver vc novamente...
"Enchendo minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar"
Me sinto tão feliz como soh quem já esteve assim entende!
Minha imaginação voa a mil e meus sentimentos se focam e desfocam continuadamente, brincam sem se preocupações na minha mente...
E de vez enquando um sutil aperto no coração, aperto chamado saudade.
Saudade... é presença que me segue, desde que se fez a sua ausencia
"é a tua ausencia fazendo silêncio por todo lugar"...
Não adianta negar, nem quero , gosto de vc de verdade, muito mais que as palavras podem dizer, muito mais do que eu saberia explicar... Sinto tudo isso.
Mas uma palavra basta: Amor.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Obrigado Galeano.

"Eles são dois por engano. A noite corrige".

A Viagem

Fui para respirar, voltei sem ar...
Mas o foco mudou, não tinha chorado todas as lagrimas que precisava chorar, não tinha sofrido com a tristeza que "eu não entendia a causa" o suficiente, e lá, por mais estranho q pareça, passou...
Agora fui obrigado a reconhecer algo que a muitos anos (19?) deixo de fazer e quem provou isso não foi ninguem menos que eu mesmo, sobre o olhar de uma pessoa mais atenta a isso que eu mesmo.
Viajei duas vezes, uma pra longe daqui, outra pra dentro de mim.
"meu mundo que parecia todo errado, voltou pro lugar, mas eu não..."
E sobre circuntancias tão felizes, que mal sou capaz de reagir a elas, a não ser ficando feliz... E agora, meus problemas externos precisam se tornarem menores que a necessidade que possuo.
Está na hora de juntar os cacos e cola-los novamente.
Está na hora de dar mais um passo, de enfrentar meu medo e tenho muito mais medo que esperava.
De fazer minha carteira de indentidade.
De cuidar do meu jardim...

Obrigado...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Espantaram a tristeza...

Nossa, até dificil é de acreditar...
Mas minha tristeza foi embora quase instantaneamente, eu escrevi o texto, desabafando um pouco disso tdo q eu não sei a causa. Ai tive uma conversa mto boa com uma amiga mt importante, e fkei um dia inteiro conversando, literalmente, ehehehehe. Apesar de ainda não saber a causa daquilo que me deixou triste aquele dia, non existe mais, foi embora e eu não me importo em saber se vai voltar. Obrigado às pessoas q me animaram! Vcs tornaram o tedioso em uma grande piada, e a tristeza em alegria, magica que só bons amigos conseguem fazer.

Obrigado a Vcs.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Tristeza.

Hoje me sinto minimo, me sinto micro... Micro e deslocado, micro e descompassado... E Confuso?
Descompassei com o passo do tempo. Micro em meu espaço. Meu espaço? Confuso. Confuso?
Não sei a causa. Sei que sinto algo parecido com isso, eu acho...
Afinal, devo estar confuso... Desorientado.
Não há nada que faça, com que ocupe minha mente, não houve, nada que tirasse-me de todo esse mar de melancolia. Jogar essas palavras numa tela de computador, escreve-las pensando nelas, ajuda um pouco, sinto-me compartilhando isso com alguem, mesmo que demore dias para alguem ler isso.
E o que me inquieta e me faz querer mover, é justamente desconhecer a razão deste estado.
Hoje, hoje sim, me sinto triste de verdade, sem verdade alguma para me fazer triste.

Por que?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Agradecimento...

Flutua sobre vento e mar, me leva ao alto, até as estrelas e me guia ao chão suavemente.
Vejo um mar espelho , um mar de memorias, um mar de nostalgia e é sobre ele que voo.
Tudo parece parar, ouço minha propria respiração, lenta. Existem certos lugares da mente onde nada nos afeta, é o nosso paraiso.

Meu paraiso se constroi e desconstroi a minha frente, de vez enquando busco sua calma para me recompor, as vezes ele simplesmente surge para me acalmar...
Frio vento noturno, solidão benigina, solidão amiga, escuta meus pensamentos divagando, voando por ai, a mercê de suas próprias vontades...
Sons leves, brisa da manhã, revigorante por si soh, faz me lembrar meus amigos. Sons doces, sons nostalgicos, doce nostalgia, momentos passados guardados em um cantinho especial da mente, que vêem, disseminando tanto alegria quanto uma certa melancolia, uma melancolia normal, pra quem tem saudades de eventos que já passaram...
Sons distantes, distantes lugares, e é por isso que flutuo, dão me asas, e me levam aonde quiser me levar, pacificamente violando as barreiras do tempo e do espaço, me levam aonde quero...

...e é claro, as reticências, para que hajam dúvidas... para que achem duvidas, para que haja continuidade...
E assim sigo, a divagar, devagar , num imenso sem fim imaginar...

... obrigado amiga e mestra, também as suas irmãs e primas, pela presença e pelos conselhos, não sei que seria de mim sem vocês.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Observações alheias

Do precipicio se jogam, cantando hinos de sua existencia, cansados de suas feridas, ou procurando se afirmar.
A queda é alta e lenta e estraga a bela paisagem que aparece ao redor.
Tudo se torna terror, os hinos se assemelham a lamentos.
E se apurar seus ouvidos ouvirá também gritos.
Para os saltadores é liberdade, para os observadores um circo de horror.
Já me pediram pra saltar, mas prefiro observar as paisagens gloriosas.
Suprime-se o Ego.
Esmgaga-se a imagem, torna-se mais vc mesmo.
Ri-se sozinho, seja portanto, mais só.
Aprenda com o Escuro e a Solidão.
Poucos escolhem isso, muitos saltam do precipicio.
Estamos tão confusos...
Por que?