Sabe aquela velha conversa de que o equilibrio é uma boa?
Acho que to começando a acreditar um tanto nisso. É engraçado, porque até o equilibrio é relativo, somos mais ou menos equilibrados em diferentes aspectos do nosso ser.
Penso que sou radical, e por conta disso, desequilibrado, em muitos dos meus aspectos, em parte, eu gosto muito disso, e até me dou bem, em outros to tendo um "trampo" pra poder ajeitar.
Estive a pensar, muitas vezes, sobre a separação da razão e da emoção, que me incomodam, e pensando sobre a razão, sempre tenho a idéia de - Potência! Assim mesmo , com "P" maiusculo e exclamaçao no final.
A razão é para mim força criativa - em uma concepção muito ampla!
Quando me permito racionalizar o que sinto, as idéias sempre vem, é assim com o RPG, é assim quando vou escolher o presente de um amigo, ou escrever uma carta, é assim quando penso sobre Educação, é assim, inclusive, quando estou aqui, a escrever estes disparates curiosos!
E eu descobri ou estou descobrindo, que a razão regula também, e não é porque tem seus aspectos de restrição que é ruim, ainda que por um lado (esquerdo) eu fique tentado a pensar assim, eu reconheço que certos limites precisam existir, limites de pessoas ,espaços e tempos, porque se não houver , como lidar com os vários aspectos que temos? Como lidar com os vários mundos que perpassam o nosso? Como não invadir os espaços daqueles que gostamos?
Enfim, essas questões fazem da razão que regula, tão "de Potencia" quanto sua outra face, afinal de contas, permite nossa expressão mais sincera, que sabe ponderar limites e criar com espontaneidade!
Reflexões que estavam aqui dentro e queria compartilhar.
Obrigado.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Sobre o fogo descuidado.
O fogo que queima -Aquece
Sem cuidado - fere.
Se não controla sua respiração -se extingue.
Falta-lhe aprender a respirar!
Quem dera o fogo fizesse natação.
Um dia há de fazer!
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Sem cuidado - fere.
Se não controla sua respiração -se extingue.
Falta-lhe aprender a respirar!
Quem dera o fogo fizesse natação.
Um dia há de fazer!
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Sobre abraços de serpentes.
Abraços de serpentes abraçam
e também sufocam.
Abraçar requer noção do espaço -
Dos corpos e das almas.
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e também sufocam.
Abraçar requer noção do espaço -
Dos corpos e das almas.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
De Tempos...
Ao longo do tempo acabei me tornando alguem que pensa e muito fala sobre o tempo.
E hoje eu admiti falando, e agora escrevendo, que meus parâmetros de tempo sofrem de um problema: que o tempo, não é uma construção isolada, sozinha, própria.
Organizamos o tempo para organizar as coisas a nossa volta, construimos isso e crescemos lidando com essa maneira de ver o tempo, ou talvez maneiras, mas de uma certa forma, orientadas sobre uma linha geral, que muito me desagrada ou desagradava, agora já não sei, mas essa organização do tempo é importante para lidar, em parte, com as diferenças de tempo que existem entre as pessoas.
Eu forjei as minhas orientações no tempo a partir de uma grande revolta interna, acabei construindo esse conceito de uma maneira introspectiva e assim reorganizei ao longo de anos a forma como eu percebia o tempo e nessa construção esqueci-me de colocar o tempo dos outros.
O que me leva muitas vezes é a perceber que a falta que as pessoas me fazem não é a ausência delas, é uma falta exagerada, não faço idéia de quantas horas deveria possuir o dia para que essa falta pudesse ser suprida. Eu consigo muito bem respeitar o meu tempo e ele é muito orientado pelas coisas que sinto, o problema é de orientar-se o tempo assim é que não se vive sozinho, seu tempo afeta o tempo de outras pessoas, lidar com o tempo é praticamente sempre "coletivamente", confesso que para coisas minhas lidar com o tempo desse jeito me faz muito feliz - mas eu já percebi também o quanto me faz mal se eu não perceber que além do meu tempo há o tempo dos outros e é importante aprender a lidar com isso.
Parando para pensar e não deixando o desespero tomar conta, eu passo um bom tempo com essas pessoas, e o desespero perde a razão de apoio, apesar de cutucar lá no fundo.
Agora tá em tempo de aprender a lidar não só com o tempo, mas com os "tempos" que é isso que são.
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E hoje eu admiti falando, e agora escrevendo, que meus parâmetros de tempo sofrem de um problema: que o tempo, não é uma construção isolada, sozinha, própria.
Organizamos o tempo para organizar as coisas a nossa volta, construimos isso e crescemos lidando com essa maneira de ver o tempo, ou talvez maneiras, mas de uma certa forma, orientadas sobre uma linha geral, que muito me desagrada ou desagradava, agora já não sei, mas essa organização do tempo é importante para lidar, em parte, com as diferenças de tempo que existem entre as pessoas.
Eu forjei as minhas orientações no tempo a partir de uma grande revolta interna, acabei construindo esse conceito de uma maneira introspectiva e assim reorganizei ao longo de anos a forma como eu percebia o tempo e nessa construção esqueci-me de colocar o tempo dos outros.
O que me leva muitas vezes é a perceber que a falta que as pessoas me fazem não é a ausência delas, é uma falta exagerada, não faço idéia de quantas horas deveria possuir o dia para que essa falta pudesse ser suprida. Eu consigo muito bem respeitar o meu tempo e ele é muito orientado pelas coisas que sinto, o problema é de orientar-se o tempo assim é que não se vive sozinho, seu tempo afeta o tempo de outras pessoas, lidar com o tempo é praticamente sempre "coletivamente", confesso que para coisas minhas lidar com o tempo desse jeito me faz muito feliz - mas eu já percebi também o quanto me faz mal se eu não perceber que além do meu tempo há o tempo dos outros e é importante aprender a lidar com isso.
Parando para pensar e não deixando o desespero tomar conta, eu passo um bom tempo com essas pessoas, e o desespero perde a razão de apoio, apesar de cutucar lá no fundo.
Agora tá em tempo de aprender a lidar não só com o tempo, mas com os "tempos" que é isso que são.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Sobre eu e a Política...
É provavel que muitos se perguntem, ao ver toda minha irritação e minhas criticas porque eu continuo a me envolver com o que a Isa chama de "Política cinza"...
"Política cinza" pelo seu anacronismo e falta de senso critico, pelo esquecimento das pessoas e sua falta de coerência. A política "macro", dentro do CA das "Ciências Humanas" ou o próprio Diretório Central dos Estudantes, estão saturados dessas macras de um tipo de política que previlegia os cegos e os intolerantes, que destroi os espaços de debate político e consequentemente atrapalham as construções a longo prazo e uma nova possibilidade de Política.
Eu não sei definir o que é Política, eu sei que é muito importante para mim, e eu reconheço nas minhas relações e o que eu defendo nos meus discursos (num sentido bem amplo), também a reconheço nesses espaços desgastados do "movimento estudantil", de CAs , DCEs e Grêmios.
E não só por reconhecer mas por perceber que dentro das malhas intrincadas da Política que hoje permeia o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, existe um espaço interessante para potencilizar o alcance que tem essa Política cotidiana, construída da nossa postura em relação ao mundo e as coisas.
A questão é que eu me sinto bem quando enfrento as dificuldades inerentes ao se colocar em público, mesmo quando a atmosfera é desfavoravel. É porque acho interessante e coerente constestar nos espaços que "Política cinza"se apropriou, trata-se de publicizar que outras vozes , que defendem outras idéias estão aparecendo, e dar a oportunidade de que as pessoas se indentifiquem e discussões surjam.
Trata-se de ir contra a velha idéia de que a Política é feita pelos esclarecidos.
Acreditando que na verdade não existem os mais esclarecidos, ou conscientes, mas "consciências diferentes".
E assim se o espaço político público é o espaço onde coletivamente deveriamos resolver e nos acertar com nossas diferenças, o esvaziamento e esse uso "elitizado" dos espaços Políticos, não apenas do CA ou do DCE, mas de toda a nossa estrutura política brasileira, representam a nossa dificuldade daqueles que participam e se apartam, em lidar com as diferenças de pontos de vistas, de perceber as pluralidades das consciências e lidar com elas.
É por isso que eu compro com gosto a irritação e o desgaste que me trazem as discussões da "Política comum".
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"Política cinza" pelo seu anacronismo e falta de senso critico, pelo esquecimento das pessoas e sua falta de coerência. A política "macro", dentro do CA das "Ciências Humanas" ou o próprio Diretório Central dos Estudantes, estão saturados dessas macras de um tipo de política que previlegia os cegos e os intolerantes, que destroi os espaços de debate político e consequentemente atrapalham as construções a longo prazo e uma nova possibilidade de Política.
Eu não sei definir o que é Política, eu sei que é muito importante para mim, e eu reconheço nas minhas relações e o que eu defendo nos meus discursos (num sentido bem amplo), também a reconheço nesses espaços desgastados do "movimento estudantil", de CAs , DCEs e Grêmios.
E não só por reconhecer mas por perceber que dentro das malhas intrincadas da Política que hoje permeia o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, existe um espaço interessante para potencilizar o alcance que tem essa Política cotidiana, construída da nossa postura em relação ao mundo e as coisas.
A questão é que eu me sinto bem quando enfrento as dificuldades inerentes ao se colocar em público, mesmo quando a atmosfera é desfavoravel. É porque acho interessante e coerente constestar nos espaços que "Política cinza"se apropriou, trata-se de publicizar que outras vozes , que defendem outras idéias estão aparecendo, e dar a oportunidade de que as pessoas se indentifiquem e discussões surjam.
Trata-se de ir contra a velha idéia de que a Política é feita pelos esclarecidos.
Acreditando que na verdade não existem os mais esclarecidos, ou conscientes, mas "consciências diferentes".
E assim se o espaço político público é o espaço onde coletivamente deveriamos resolver e nos acertar com nossas diferenças, o esvaziamento e esse uso "elitizado" dos espaços Políticos, não apenas do CA ou do DCE, mas de toda a nossa estrutura política brasileira, representam a nossa dificuldade daqueles que participam e se apartam, em lidar com as diferenças de pontos de vistas, de perceber as pluralidades das consciências e lidar com elas.
É por isso que eu compro com gosto a irritação e o desgaste que me trazem as discussões da "Política comum".
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Divulgaçao parte II: 1° Forum de Literatura: Edgar Allan Poe
Pessoal, o link e o texto estão no Cultura & Arte Campinas, colocaram ontem.
Blog: http://culturaeartecampinas.blogspot.com/2009/09/1-forum-de-literatura-do-ccla-edgar.html
O Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas convida:
1o Fórum de Literatura do CCLA - Edgar Allan Poe
Em comemoração aos 200 anos do nascimento de Edgar Allan Poe, estará aberta à visitação, no CCLA, de 5 a 15 de outubro, uma exposição de fotografias, livros,cartas e desenhos. Teremos também palestra, mesa-redonda, sessões de vídeos e declamações de poemas nas noites de 13 e 14 de outubro. As sessões de vídeos são em inglês. Todas as atividades são gratuitas.
Programação online: www.literaturaccla.blogspot.com
05/10
Abertura oficial com o músico Amyr Cantusio, tocando composição própria baseda no poema Annabel Lee. (horário a confirmar)
13/10
18h Vídeos: Poe no cinema . De Vincent Price às animações
19h Mesa Redonda: Poe na Psicanálise
20h30 Declamação de Poema
14/10
18h Vídeos: Poe na música
19h Palestra: O Detetive do Romance Policial: Do tradicional ao contemporâneo
20h30 Declamação de Poema (Luno Volpato)
SERVIÇO:
1º Fórum de Literatura do CCLA - Edgar Allan Poe
Dias: 05/10, 13/10 e 14/10
Local: CCLA - Campinas
Endereço: Rua Bernardino de Campos, 989 , Centro
Programação completa no blog do CCLA
Assim que tiver mais informações posto por aqui.
Até mais!
Blog: http://culturaeartecampinas.blogspot.com/2009/09/1-forum-de-literatura-do-ccla-edgar.html
O Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas convida:
1o Fórum de Literatura do CCLA - Edgar Allan Poe
Em comemoração aos 200 anos do nascimento de Edgar Allan Poe, estará aberta à visitação, no CCLA, de 5 a 15 de outubro, uma exposição de fotografias, livros,cartas e desenhos. Teremos também palestra, mesa-redonda, sessões de vídeos e declamações de poemas nas noites de 13 e 14 de outubro. As sessões de vídeos são em inglês. Todas as atividades são gratuitas.
Programação online: www.literaturaccla.blogspot.com
05/10
Abertura oficial com o músico Amyr Cantusio, tocando composição própria baseda no poema Annabel Lee. (horário a confirmar)
13/10
18h Vídeos: Poe no cinema . De Vincent Price às animações
19h Mesa Redonda: Poe na Psicanálise
20h30 Declamação de Poema
14/10
18h Vídeos: Poe na música
19h Palestra: O Detetive do Romance Policial: Do tradicional ao contemporâneo
20h30 Declamação de Poema (Luno Volpato)
SERVIÇO:
1º Fórum de Literatura do CCLA - Edgar Allan Poe
Dias: 05/10, 13/10 e 14/10
Local: CCLA - Campinas
Endereço: Rua Bernardino de Campos, 989 , Centro
Programação completa no blog do CCLA
Assim que tiver mais informações posto por aqui.
Até mais!
Marcadores:
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Edgar Allan Poe,
Literatura
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Divulgando: 1° Forum de Literatura: Edgar Allan Poe
Pessoal, pra quem não conhece o Centro de Ciência Letras e Arte de Campinas, eles estão organizando 1° Fórum de Literatura: Edgar Allan Poe , este ano é o bicentenário de nascimento do autor , informações sobre o forum estão no texto a seguir foi extraído do blog: http://www.literaturaccla.blogspot.com/
Exposição aberta à visitação de 5 a 15 de outubro (exceto fins de semana e feriado)
Participações confirmadas:
* Centro de Pesquisa OUTRARTE: estudos entre arte e psicanálise.
Com a mesa redonda "Poe na psicanálise"
* Fernanda Massi - mestranda da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP Araraquara
Com a palestra: "O Detetive do Romance Policial: Do tradicional ao contemporâneo"
* Academia de Letras
Com declamações de poemas
Teremos ainda sessões de pequenos vídeos com trailers de adaptações da obra para o cinema, versões declamadas, musicadas ou cd's inspirados nos poemas e contos de Poe!
Todas as atividades são gratuitas!
Breve o horário de toda a programação.
É uma boa oportunidade para conhecer mais sobra a obra do autor bem como
o próprio Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas!
Peço aos companheiros bloggers e visitantes que ajudem a divulgar e repassem a mensagem!
Grato.
Thiago
Exposição aberta à visitação de 5 a 15 de outubro (exceto fins de semana e feriado)
Participações confirmadas:
* Centro de Pesquisa OUTRARTE: estudos entre arte e psicanálise.
Com a mesa redonda "Poe na psicanálise"
* Fernanda Massi - mestranda da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP Araraquara
Com a palestra: "O Detetive do Romance Policial: Do tradicional ao contemporâneo"
* Academia de Letras
Com declamações de poemas
Teremos ainda sessões de pequenos vídeos com trailers de adaptações da obra para o cinema, versões declamadas, musicadas ou cd's inspirados nos poemas e contos de Poe!
Todas as atividades são gratuitas!
Breve o horário de toda a programação.
É uma boa oportunidade para conhecer mais sobra a obra do autor bem como
o próprio Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas!
Peço aos companheiros bloggers e visitantes que ajudem a divulgar e repassem a mensagem!
Grato.
Thiago
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